sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

MEUS HUSKY SIBERIANOS


quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Husky Siberiano e o Malamute do Alaska

Muita gente não conhece a raça Malamute do Alaska achando que é tudo Husky Siberiano. Se comparado com o husky siberiano, nota-se que o malamute do alaska possui orelhas maiores, inseridas mais lentamente e o focinho mais alto. O malamute também é um pouco maior que o husky, tanto em altura quanto em espessura. Para maior estabilidade e força de tração possui pés arredondados, enquanto seu primo, o husky, que foi desenvolvido para puxar cargas mais leves, possui pés ovais para cansar menos e correr mais. Seus olhos são mais puxados e sua cauda em arco sobre o dorso, diferente do Husky Siberiano, que possui cauda em pincel. É provável que as duas raças possuam um antepassado comum, porém evoluíram em regiões diferentes do Ártico.


Malamutes
Altura: Macho 63cm; fêmea 58cm.
Peso: Machos 38 kg; fêmeas 34 kg.

Fotos do Malamute do Alaska








Resgates

Sotello é apenas mais um dos cerca de quinze donos arrependidos que procuram a SOS Husky, anualmente, uma entidade filantrópica, mantida pelo Clube do Husky Siberiano de São Paulo, e especializada em recolocar cães devolvidos. Nos Estados Unidos, existe uma verdadeira 'rede' - com endereço na Internet e tudo - empenhada em resolver problemas semelhantes. Gerry Dalakian, secretária nacional do Husky Rescue Network, diz que a entidade recoloca cerca de 250 Huskies todos os anos. "Desse total, cerca de 100 são devolvidos por donos decepcionados, e 150 são recuperados de abrigos municipais", revela. Gerry conta que os interessados em adotar um devem responder a um formulário para que a entidade trace seu perfil e encontre o Husky mais adequado a ele. O futuro dono tem de assinar um contrato que prevê até o confisco do cão, caso não cumpra determinadas exigências.
Criadores sérios e preocupados com o futuro dos seus cães também alertam os novos donos sobre o que é realmente um Husky. Kathleen Kanzler, criadora há 36 anos pelo Innisfree Kennel, nos EUA, diz que não costuma receber reclamações porque, quando alguém compra um Husky seu, sabe o que está fazendo. "Faço várias perguntas e conto tudo o que posso para deixá-lo ciente dos desafios que terá", informa. "Se achar que a pessoa não dará as condições adequadas para um Husky, não vendo. Não entrego um filhote para quem trabalha fora o dia todo, mora em apartamento ou não admite ver seu belo jardim destruído." Vânia faz o mesmo quando percebe que o comprador não conhece a raça. Antes de vender, aviso que o Husky precisa de bastante espaço e exercício, que perde muito pêlo na época da muda, que é independente e que faz artes", conta. "O candidato tem que saber que o Husky é capaz de virar uma casa do avesso", avisa Anita Soares, vice-presidente do Clube do Husky Siberiano de São Paulo e criadora pelo Antique's Place Kennel, em São Paulo. "Tem até quem ache que eu não quero vender, mas o que eu não quero mesmo é entregar um filhote a alguém que não esteja preparado para ter um Husky", diz.
Criado para correr muitos quilômetros puxando cargas em terreno acidentado, o Husky é musculoso e cheio de energia. Adora se movimentar e é daqueles que se entediam logo - por isso, costuma queimar seu 'gás' cavando o jardim, roendo móveis, perseguindo gatos ou pulando muros e portões em busca de aventuras.
A maioria deles também cultiva o "hobby" de mastigar objetos como pratos de comida, escovas e tapetes - o que significa que precisam ser vigiados constantemente. Segundo Anita, o habitat ideal para um Husky é o quintal, não o interior da casa. "Quando eles ficam do lado de fora, o máximo que podem fazer é cavar um túnel de três metros, como fizeram no meu jardim", conta. Tais atitudes se multiplicam ao extremo em Huskies sem espaço e estímulos para se ocupar. Daí, ser o ideal passear com eles todos os dias, pelo menos meia hora, e dar chances para que se distraia sozinho.
Por último, é preciso lembrar que devido ao instinto de explorador e andarilho incansável, quem se arrisca a manter portões abertos ou muros baixos - com menos de 2,5 metros - na certa um dia acordará sem o cão. Passear com um Husky sem coleira ou bobear com a porta entreaberta nas entradas e saídas de casa, com ele solto no jardim, também são situações contra-indicadas. Além do espírito curioso por novos horizontes, o Husky deixa o seu jeito travesso vir à tona e cria - o que é para ele - uma divertida brincadeira de fazer o dono correr atrás dele. "Certa vez saindo de um veterinário numa avenida em São Paulo, deixei a coleira de um dos meus Huskies, o Kiev, cair no chão", lembra Anita. Kiev saiu feito uma bola, atravessando as ruas da cidade. Às vezes parava numa árvore, olhava marotamente para a dona, que corria em sua direção, esperava ela chegar bem perto e, pronto, iniciava uma nova disparada. "A brincadeira durou uns 3 quilômetros, até que consegui pegá-lo num "golpe" rápido, quando se aproximava da Marginal Pinheiros." Histórias semelhantes envolvendo Huskies não são raras e se o proprietário não tiver sorte e resistência para acompanhar o ritmo desenfreado da raça, a coisa pode acabar mal. "O ideal, se possível, é ir de carro atrás dele", fala a adestradora Maria Ernestina Souza Bastos que em outubro passou por uma situação dessas, quando foi na casa de uma cliente. Bastou que a porta se entreabrisse para o Husky aproveitar a fresta e iniciar sua correria. "Fui à caça dele de carro. Cada vez que ele parava, eu também parava", conta. "O espertalhão queria mesmo era brincar, ele esperava eu abrir a porta, descer do carro, e desembestava feito um doido outra vez. Demorou cerca de meia hora, mas consegui capturá-lo."

Encanto

Essas coisas típicas da raça podem levar algumas pessoas ao desespero, mas outras se divertem e admiram a sua maneira travessa e - muitas vezes - até meio selvagem. A independência do Husky e a capacidade de resolver problemas por si mesmo, são apreciadas pelos fãs da raça. "Durante uma nevasca, com poucas condições de visibilidade, ele decide qual o melhor caminho a seguir e sabe como desviar de um abismo", exemplifica Anita. "O Husky não depende tanto de nós quanto outras raças, não é submisso, tem personalidade própria."
Para Kathleen, o maior prazer em ter um Husky é poder contar com um amigo de verdade, e não com um "escravo" que obedece cegamente e faz tudo o que o dono quer. "O Husky nos olha de frente, não com um ser inferior", diz. Além disso, tem dignidade e exige respeito. "Se levar uma bronca não merecida, vai dar uma 'gelada' em quem fez a injustiça", garante Donna. Mas isso não deve ser confundido com indiferença ao dono. "Quando volto para casa eles reconhecem o barulho do meu carro de longe com o motor desligado, e ficam me esperando no portão, abanando o rabo e uivando, todos juntos", completa Vânia, que tem 13 Huskies. "Costumo desligar o motor para não perceberem a minha aproximação, mas é inútil." Kathleen conta que uma vez, seus cães presenciaram uma queda de seu marido no meio da neve. "Imediatamente todos reagiram latindo, como se perguntassem se ele estava bem."
A maneira diferente de se comunicar é outro atrativo. "Parece que ele conversa conosco quando responde com aqueles resmungos", diz Cavalcante. Além dos "resmungos", o Husky prefere uivar a latir - essa é outra característica que o aproxima dos lobos. Chuva, noites de lua-cheia, um pôr-de-sol avermelhado ou solidão são as ocasiões que mais o "inspiram". Tem até quem pense que ele não late, o que não é verdade - só não é comum.

Relacionamento

A docilidade irrestrita a todas as pessoas (inclusive estranhas) também encanta os admiradores. "Se recebo visitas, os meus cães pulam, abanam o rabo e até deitam no chão de barriga para cima para serem afagados", conta Fabrício Renato Minuscoli, do Kazalimsky Kennel, em Porto Alegre. "Canso de ver desconhecidos passarem a mão nos meus cães do lado de fora do portão", confirma Mariana Hoffmann, do Canil Bukharin, em Cruz Alta - RS. As crianças, mesmo quando os seus limites são ultrapassados, ele não morde nem ataca. "O máximo que faz é se retirar ou encerrar a brincadeira", diz. A única recomendação é não deixar um Husky sozinho com crianças pequenas, ele costuma pular nas brincadeiras e pode machucá-las sem querer.
Embora 'dócil com gente, o Husky não convive bem com outros animais ou cães. Ainda que o padrão da raça diga que não deve ser agressivo com outros cães, a maioria dos criadores afirma que Husky os considera como rivais com quem disputa a liderança. Essa tendência é mais forte entre os machos. Eles podem lutar até a morte. É difícil separá-los: água fria é encarada com 'refresco', e chamá-los simplesmente não adianta. "O jeito é entrar no corpo-a-corpo, arriscando levar uma mordida perdida", diz Anita. Segundo a criadora, entre as fêmeas também existe liderança, mas a mais forte se impõe com atitudes dominantes como olhares profundos e rosnados. Já, em se tratando do convívio com outras raças, as fêmeas de Husky não aceitam outras fêmeas. Se essas forem de raças grande, brigarão; se forem pequenas, é possível que as "cace".
Gatos, pássaros, roedores e outros bichinhos de estimação também são encarados como presas. Os Huskies os perseguem e os matam mesmo. "Uma vez vendi um filhote que foi para uma fazenda e vivia perseguindo uma ovelha; quando conseguiu atacá-la, o dono teve de intervir para evitar o fim da pobrezinha", conta Minuscoli. "Em outra, levei um casal de Huskies para meu sítio, onde criava 30 frangos. Na primeira chance que tiveram, abriram a porta do galinheiro e mataram todos", acrescenta. Anita teve experiência parecida com seus gatos. "Eles provocavam os Huskies em cima do muro, e os cães pulavam o dia inteiro até que conseguiam pegá-los pelo rabo. Não sobrou nenhum."
É importante lembrar que não adianta tentar convencer um Husky a fazer o que ele não quer. Devido à sua grande independência, normalmente só faz o que está afim. Por isso não é um candidato muito aplicado em aulas de obediência. A autora do II Grande Libro dei Cani da Slitta, Valeria Rossi, que o diga. ex-criadora e adestradora de Pastor Alemão, uma das raças mais dispostas a obedecer o homem, Valeria certa vez topou o desafio de treinar um Husky de um cliente que reclamava da desobediência dele. Até que teve algum sucesso. O cão a obedecia para comandos básicos, como sentar e ficar. Um dia, em sua fazenda, o Husky avistou um grupo de ovelhas e saiu em disparada atrás dele. Não obedeceu aos insistentes berros da treinadora para que parasse. Enfim, Valeria conseguiu agarrar o cão. "Ele não tinha um olhar culpado e sim feliz e orgulhoso", descreve Valeria em seu livro. "Parecia dizer 'olha que maravilha que eu fiz, você não achou legal?'". Nesse dia, Valeria conta que percebeu o quanto era fascinante um cão que decide o que fazer e não abre mão do que quer. Resultado: iniciou a criação de Huskies e parou de criar Pastores

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Alimentação

O cão, no seu estado selvagem era um animal cuja alimentação era essencialmente carnívora. Vivendo em matilha, caçava pequenas presas que devorava juntamente com os restantes membros do grupo.
Este facto, levou a que durante muitos anos, se defendesse que os cães deveriam ser alimentados à base de carne crua.
Verificou-se depois, que isso era insuficiente para satisfazer as suas necessidades, pois apesar de lhe ser fornecida proteína em quantidade, surgiam carências em açúcares, gorduras e fibras; Talvez isto se justificasse porque na natureza, apesar do cão se alimentar apenas da sua presa, ingeria fibras presentes na pele, assim como gordura.
Há veterinários que defendem, ainda, que uma alimentação correcta deve incluir algumas refeições de carne crua, no entanto, tem-se verificado cada vez menor aceitação de tal teoria, pois essa carne crua é eventual transmissora de doenças.
Alguns proprietários, recorrem a sobras das suas próprias refeições para alimentar os seus animais de estimação: contam estar a fazer o certo, fornecendo ao animal uma alimentação variada, saborosa (graças aos temperos utilizados) e que lhe dá imenso prazer, nomeadamente ao roer ossos que sobraram do almoço ou jantar da véspera.
Estes donos, com boas intenções, estão a prejudicar o seu animal. Embora muita gente considere que “o cão é para comer restos”, o seu aparelho digestivo é tão sensível como o do humano ou mesmo mais; Não tolera certos alimentos (carne de porco e derivados, por exemplo), e os temperos prejudicam, inclusive a qualidade do pêlo. Os ossos, que tanto prazer dão ao animal, chegam a ser fatais, principalmente se forem fáceis de transformar em lascas, as quais ao progredirem ao longo do tubo digestivo vão causando diversas feridas ou mesmo perfurações gravíssimas.
O amor que alguns proprietários dedicam ao seu animal faz com que lhe pretendam dar o melhor tipo de alimentação possível: Dedicam horas à preparação de cozinhados mais ou menos elaborados, em que incluem carne ou peixe da melhor qualidade, legumes variados e arroz ou massa, por vezes condimentando para dar “mais gosto”.
Dificilmente aceitam que o cãozinho não se importe de comer duas refeições seguidas do mesmo alimento. Esta forma de alimentação, aproxima-se mais do que seria ideal, pois entra-se em conta com as diferentes necessidades do animal, no entanto, é praticamente impossível em nossas casas, elaborar refeições que englobem tudo o que o cão necessita e principalmente nas doses adequadas. Para além deste contra, é um tipo de alimentação que se torna muito caro e trabalhoso, principalmente se se tratar de um animal de raça grande.
O mercado dos produtos para animais aumentou imenso nos últimos dez anos e com ele a indústria dos alimentos para cão, que evoluiu de tal forma que são inúmeras as marcas que conseguimos encontrar nas prateleiras dos supermercados, com embalagens mais ou menos atractivas e preços acessíveis. Contudo nem todas as marcas têm a qualidade que pretendemos fornecer aos “nossos amigos de quatro patas”.
Os alimentos enlatados, extremamente apetitosos para os cachorros e cães adultos, são facilmente degradáveis uma vez aberta a embalagem; Para além disso, incorporam uma elevada percentagem de água, o que faz com que o animal não veja satisfeitas as suas necessidades. Muitas vezes os corantes e conservantes associados fazem com que os cães mais sensíveis se ressintam, apresentando distúrbios intestinais (timpanismo – “gazes abdominais”, diarreias, vómitos…).
A forma mais correcta de alimentar o nosso animal de estimação passa pela compra de rações leofilizadas, vulgarmente designadas de “rações secas”, “croquetes” ou “bolinhas”. Existem nas mais variadas formas e paladares, com embalagens que vão desde poucas gramas até cerca de 20 quilogramas. Duma forma geral são agradáveis ao paladar do animal, tendo como vantagens o facto de serem extremamente práticas, prontas a comer, exigindo apenas uma taçinha de água ao lado para que o animal sacie a sede, enquanto se vai deliciando com este tipo de alimento.
Dentro das várias marcas disponíveis, podem-se distinguir dois tipos: a gama standard, de larga distribuição a supermercados, e a gama dito premium que só é comercializada em lojas da especialidade e clínicas veterinárias. As primeiras são vendidas a preços extremamente acessíveis, mas nem sempre são de boa qualidade.
Nas premium prima-se pela utilização de ingredientes de melhor qualidade – opta-se geralmente pela carne fresca, com elevada digestibilidade e responsável pelo aporte da proteína animal que deve corresponder a um mínimo de 12% (o ideal é 25%) da energia fornecida pela ração; teor em fibra (geralmente sob a forma de trigo, arroz ou milho, sendo o primeiro, o mais facilmente digerível) entre os 2 e 5%, assegurando correcto funcionamento gastrointestinal, sem excessos que aumentem o volume fecal; maior quantidade de cálcio para cães em crescimento ou cadelas em lactação(cerca de 1.3%), menor teor de gordura para animais obesos, por oposição aos 30% a fornecer a uma fêmea em lactação, assim como suplementos ricos em vitaminas (A, C, D, E, K e complexo B), etc.
O correcto balanceamento dos nutrientes faz com que o animal ingira diariamente pequenas quantidades de alimento; A simultânea ou posterior ingestão de água, fará com que os pedaços de ração aumentem de volume no estômago (ao serem hidratados) e o animal fique satisfeito. Desta forma, uma ração que à primeira vista pareceria muito cara, torna-se bem mais económica:
- o animal come menor quantidade, e a embalagem torna-se mais rentável;
- não temos qualquer incómodo a confeccionar alimento;
- salvo em casos de crescimentos rápidos, dispensa-se os suplementos vitaminicos e minerais;
- o animal crescerá saudável, com pêlo brilhante, pele saudável, dentes sãos (menor tendência à formação de tártaro) e fezes sempre moldadas.
Para satisfazer o animal mas essencialmente para que o dono sinta que está a dar um prazer especial ao seu cão, pode fornecer-lhe muito espaçadamente (no máximo, uma vez por semana) uma refeição confeccionada por si, incluindo sempre carne (nunca de porco, e sempre desossada) ou peixe cozido, sem tempero, acompanhada por arroz cozido e com legumes (cenoura, nabo, agrião, alface…).
Como “mimo”, o cão só deve comer, esporadicamente, biscoitos próprios para cães, ou pedaço de fruta, cenoura crua; por vezes uma bolacha de água e sal. Se pretender dar um osso ao seu cão para que ele o roa demoradamente, recorra unicamente ao osso do joelho de vaca, o qual ele não conseguirá fragmentar, e portanto não lhe causará problemas.
Seguindo estes conselhos, os nossos amiguinhos felpudos crescerão mais saudáveis e poderemos partilhar a sua companhia durante muito tempo.

Dicas

Filhotes:
O filhote deverá ser adquirido em um de um canil idóneio, de preferência com no mínimo 60 dias de idade, em boas condições de saúde e temperamento, levando a cor em segundo plano.
Nesta idade ele deverá ser ligeiramente socializado com outros cães, outros animais e pessoas e esta disposto descobrir um mundo novo!

Adquirindo um Husky de maior idade não será problema , desde que ele seja corretamente Socializado.
Ao chegar em casa - permita, que ele se ambienta devagar, se for necessário, deixar ele em lugar tranqüilo, evitando chamar-lo, carregar-lo e/ou convidando toda a família e vizinhança para visitar-lo!.
Quando ele e disposto - ira descobrir o novo mundo e procurar a sua presença com toda a alegria!

Os cuidados do filhotes correspondem a de qualquer raça canina , vacinas , vermifugo e alimentação balanciada.( super premium).Uma visita ao seu veterinário sempre e aconselhável.

Fêmea ou Macho:
Não ha uma opção "melhor e….." , pois ambos os sexos tem vantagens e desvantagem.
A fêmea - de porte menor-entrara no primeiro cio a partir dos 6 meses em adiante a cada 6meses, época em quel devera evitar dexar-la solta ou em lugares accessíveis para qualquer macho. Nesta época e fêmea também “marcara o território” para chamar a atenção dos meninos.

O macho poderá ficar "apaixonado" , quantas vezes no ano possível , depende quantas fêmeas moram no sua vizinhança ! A aparência do macho adulto e sempre maior com mais imponência.
Os machos marcarão o território “deles” , e qualquer objeto novo sempre será preocupação de Integrar-lo na posse!

Pelagem:
O Husky possui uma pelagem densa e dupla - nunca deverá ser longa e/ou sedosa!
Esta pelagem será trocada cada 2 vezes ao ano em abundância!.
Neste época e aconselhável escovar-lo bastante ,utilizando um pente de aço grosso ou rasqueadeira.
Bancos de automóveis , carpetes, roupas escuras etc. certamente sofrerão uma bela decoração!( facilmente removível com um pano úmido)


Banho:
Não precisa de banhos freqüentes , pois não possuir um cheiro próprio . Ao contrario, banhos muito freqüentes podem ate danificar a pele e pelagem.
Aconselhável nas épocas de troca de pelagem , o que facilita o “processo” ( reduz o tempo da batalha dos pelos).
Em épocas frias ,certifica se , que apos o banho o Husky esteja seco com secador e/ou assoprado .
Pelagem molhado em épocas frias deixa ele desprotegido e poderá provocar doenças como Infecção renal e outras.
Utiliza – se são de coco de primeira qualidade e shampoo neutro.


Exercícios:
Longos passeios, acompanhante de cooper , brincadeiras de bolinha sempre são bem vindos , mas deverão ser praticados não horas menos quentes do o dia ( períodos cedo e no final da tarde)
Qualquer atividade esportiva ( aglity e outras) sempre são bem vindos!


Piscinas:
Não é aconselhável deixar acesso livre a piscina, a pesar de gostar de brincar com água e nadar!
Caso, que não há saídas planas em escadaria o cão poderá se afogar..
Pelo salto poderá danificar seriamente os filtros e funcionamento da piscina.
Banhos/ natação muito freqüente sem secar, retém muita umidade no pelo , a pesar que normalmente nem penetra ate a pele do cão, e provocar fungos e outras irritação de pele. Isto se aplica também ao acesso livre a rios e lagos.

Alimentação:
Aconselhável uma ração super premium disponível no mercado.
O filhote esta acostumado comer uma refeição 3 x ao dia, os adultos geralmente 2 vezes, pela manha e a noite.
Ofereça a comida , deixar algum tempo e retira a comida caso ele não comeu todo. Alem de possivelmente estragar a comida , o Husky facilmente pega o hàbito de ficar beliscando de vez em quando , sem se alimentar direto . Devido a falta da concorrência (outros membros da matilha) poderá se tornar facilmente "fresco" para comer.
Geralmente são bem aceitos frutas , como maca, banana, pera, pêssego e cenouras.
Chocolates e biscoitos não são apropriados para petiscos .
Permita desde filhote , que você tira e tigela dele na hora que quiser ou mexe com ele.
Em épocas de muito calor e possível , que o Husky “bem alimentado” não come por vários dias.
Quando não há suspeita de doença , e uma atitude considerado considerado como normal.

Jardins:
Filhotes e jovens gostam de experimentar qualquer objeto ( como plantas) diferentes, e terá que ser testado.
Por ser considerado uma raça rústica , e possível que o seu Husky cava buracos embaixo de cerca vivas e arbustos…afinal no calor – qual e o lugar mais fresco??
Conselho: como compromisso mantém o “luar” ( buraco) preferido ……
Nem sempre o gosto de jardinagem e de acordo com o seu !

Apartamentos:
Manter um Husky em um apartamento não e impossível, porem exige muito atenção E tempo para atividades e longos passeios.
Deixar-lo o dia sozinho será compensado com muitos “protestos” uivos e destruição De moveis/objetos.

Casinhas,camas etc.:
O Husky devera ter uma lugar para se proteger do tempo (calor,chuvas e ventos) quando quer! Nem sempre foge da chuva , e não e raro observar um Husky dormiu na chuva – bem enrolado com o rabo acima do focinho.
Tapetes , cobertores frequentemente são desprezados ou servem apenas de brinquedo.
Em dias de calor não precisa nem uma geladeira para ele, provavelmente ele estará naquele buraco no jardim – bem embaixo de um arbusto de sombra frondoso!

Convivência com outros animais / cães:
Outros cães / grandes animais geralmente bem tolerado .
Corretamente socializado a convivência com cães do mesmo sexo e possível.
Gatos são aceitos , desde e criados juntos a partir da idade de filhote.
Em relação de pequenos animais, como coelhos , pássaros, galinhas , hamsters etc.
Não podermos ter nem uma confiança – toda a possibilidade acessibilidade devera ser Evitado.